Sophia vai hoje pra praia com os avós. Serão duas semanas de (espero!) sol, mar, areia e calor, numa viagem somente para os avós, ela e o priminho da mesma idade.
Há dias que ela está ansiosa com a viagem e hoje finalmente chegou o grande dia! Ela já foi dormir animada, vendo que sua malinha já estava feita e animada acordou.
Mas os avós não moram na mesma cidade que nós, são quase 500 kms de distância. E quem disse que dá para explicar para uma criança que eles ainda vão demorar um tempo indeterminado? Que eles disseram que chegariam em um horário 'x' mas que ainda não chegaram? E como evitar que a criança fique indo de cinco em cinco minutos até o portão ou janela para esperar por eles? E como não ficar com peninha de ver o seu olhar tristonho enquanto fica paradinha, com frutinhas para recepcioná-los, sentadinha na escada por minutos e minutos a fio?
E como explicar para os avós que eles não devem desligar o celular NUNCA quando uma netinha está à sua espera? E como confiar que os avós estarão com o celular ligado quando uma mãe aflita quiser saber como está a filha adorada, já há dias longe dela?
Perguntas, perguntas e mais perguntas. Espero que cheguem logo. E que o celular fique sempre ligado de agora em diante.
Minha mãe sempre falava que amor de mãe não se divide, ele se multiplica. E aqui estou eu, escrevendo sobre este amor incondicional que sinto por minhas filhas.
domingo, 26 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Helena virando!
Estou sumida, eu sei. Mas continuo aproveitando ao máximo a visita da minha mãe :-)
Já há dias que quero contar que a Helena está virando! No dia 7 de junho foi a primeira vez. E foi muito fofo e muita sorte minha que eu filmei o acontecimento. Ela já andava treinando a virada há alguns dias e eu sempre esquecia de filmar as suas tentativas, daí comentei com minha mãe, nossa, tenho que filmar a Helena antes que ela consiga virar.
Fui então buscar a filmadora e comecei a gravar. Ela estava já meio cansadinha e por um momento pensei que ela não fosse nem tentar de novo. Já estava quase desistindo quando, do nada, ela não só tenta como realmente conseguiu virar pela primeira vez! Fiquei toda babona :-)
Apesar da péssima qualidade da filmagem e do tamanho longo queria compartilhar o videozinho aqui com vocês. Vamos ver se eu aprendo a editar um pouquinho, assim, da próxima vez, fica mais fácil para todos assistirem heheheh.
Já há dias que quero contar que a Helena está virando! No dia 7 de junho foi a primeira vez. E foi muito fofo e muita sorte minha que eu filmei o acontecimento. Ela já andava treinando a virada há alguns dias e eu sempre esquecia de filmar as suas tentativas, daí comentei com minha mãe, nossa, tenho que filmar a Helena antes que ela consiga virar.
Fui então buscar a filmadora e comecei a gravar. Ela estava já meio cansadinha e por um momento pensei que ela não fosse nem tentar de novo. Já estava quase desistindo quando, do nada, ela não só tenta como realmente conseguiu virar pela primeira vez! Fiquei toda babona :-)
Apesar da péssima qualidade da filmagem e do tamanho longo queria compartilhar o videozinho aqui com vocês. Vamos ver se eu aprendo a editar um pouquinho, assim, da próxima vez, fica mais fácil para todos assistirem heheheh.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
EHEC
Ser mãe em tempos de EHEC não é fácil.
Não sei se todo mundo já ouviu falar deste termo... Então, explicando para quem não conhece: trata-se da super bactéria Escherichia colí que anda circulando pela Alemanha, mais precisamente em Hamburgo, justamente a cidade onde moramos... A maioria das pessoas fica somente com gastroenterite, mas outras têm complicações gravíssimas e acabam com uma síndrome hemolítica urêmica. Neste caso os rins param de funcionar, os pacientes têm que fazer diálise e muitos ainda sofrem com distúrbios neurológicos graves.. Ou seja, um cenário assustador.
Mais assustador ainda é o fato que ainda não se sabe como este surto começou. Na busca pela fonte de contaminação da doença já se falou em pepino, tomate, alface e o último suspeito foi o broto. Assim, o ministério da saúde alemão oficialmente declarou que não devemos comer estes itens. No entanto, o médico-chefe do hospital de Hamburgo em que muitos pacientes estão sendo tratados já declarou que ele próprio não come nada cru. Pôxa se ele que está ali, no centro dos acontecimentos, não está comendo nada cru, não tem muito como nós fazermos diferente, né?
Só que com isso, além de ficar com medo de comer e de ver a família comendo, estou tendo diálogos surreais com a Sophia.
- Mamãe, quero pepino!
- Não tem, meu amor, o pepino acabou.
- Mamãe, então eu quero cenoura.
(levo pra ela cenoura cozida)
- Mamãe, mas eu quero clu (acho tão fofinho o "clu" dela!)!
- Agora não dá, querida, já cozinhei todas as cenouras.
- Então posso comer tomate?
- Filha, você não prefere uma bolacha ou um pedaço de chocolate?
Aff!!!! A incerteza é tanta que estou realmente preferindo dar chocolate à fruta... Até quando isto vai durar???
Não sei se todo mundo já ouviu falar deste termo... Então, explicando para quem não conhece: trata-se da super bactéria Escherichia colí que anda circulando pela Alemanha, mais precisamente em Hamburgo, justamente a cidade onde moramos... A maioria das pessoas fica somente com gastroenterite, mas outras têm complicações gravíssimas e acabam com uma síndrome hemolítica urêmica. Neste caso os rins param de funcionar, os pacientes têm que fazer diálise e muitos ainda sofrem com distúrbios neurológicos graves.. Ou seja, um cenário assustador.
Mais assustador ainda é o fato que ainda não se sabe como este surto começou. Na busca pela fonte de contaminação da doença já se falou em pepino, tomate, alface e o último suspeito foi o broto. Assim, o ministério da saúde alemão oficialmente declarou que não devemos comer estes itens. No entanto, o médico-chefe do hospital de Hamburgo em que muitos pacientes estão sendo tratados já declarou que ele próprio não come nada cru. Pôxa se ele que está ali, no centro dos acontecimentos, não está comendo nada cru, não tem muito como nós fazermos diferente, né?
Só que com isso, além de ficar com medo de comer e de ver a família comendo, estou tendo diálogos surreais com a Sophia.
- Mamãe, quero pepino!
- Não tem, meu amor, o pepino acabou.
- Mamãe, então eu quero cenoura.
(levo pra ela cenoura cozida)
- Mamãe, mas eu quero clu (acho tão fofinho o "clu" dela!)!
- Agora não dá, querida, já cozinhei todas as cenouras.
- Então posso comer tomate?
- Filha, você não prefere uma bolacha ou um pedaço de chocolate?
Aff!!!! A incerteza é tanta que estou realmente preferindo dar chocolate à fruta... Até quando isto vai durar???
terça-feira, 7 de junho de 2011
Areia voando
Quinta-feira foi feriado aqui na Alemanha e nós aproveitamos para viajar um pouquinho. Fomos com amigos queridos para o leste da Alemanha, para uma região chamada de Mecklenburgische Seenplatte. É um lugar com muitos lagos e uma reserva ambiental. Tivemos sorte que o tempo também colaborou e tivemos 4 dias de muito sol, calor e diversão :-)
Minhas duas princesinhas adoraram a viagem. A Sophia brincou muito na água (muito gelada), com areia, com outras crianças e com rejunte. Sim, rejunte.
Uma das grandes diversões foi brincar de tirar o rejunte do piso do terraço do restaurante. Ela ficou longos momentos ocupada com isso e ainda "ensinou" outras crianças a fazer o mesmo.
Engraçado foi que como a Sophia já tinha a companhia de dois amiguinhos ela não quis dar muita bola pra outras crianças que cruzaram em seu caminho. A única exceção foi com um menino bem maior que ela.
Ele estava nadando no lago, às margens do qual ficávamos todas as manhãs. Ele devia ter uns 8 anos e a Sophia já chegou conversando com ele:
- Oi menino.
(nenhuma resposta).
- Você está sozinho aqui?
(nenhuma resposta)
- Você está sozinho aqui?
(nenhuma resposta)
- Cadê sua mãe?
(nada ainda)
- Menino, você está sozinho?
(nada de resposta, Sophia cada vez mais irritada)
- Menino, responde!
(ele realmente não estava a fim de papo)
- Menino, responde senão eu jogo areia em você!
(nada)
- Meninooooooooooooooo!
- Vupt! (onomatopéia para areia voando.....)
(o menino sai da água)
- Que menino bobo, né mamãe?
(faço cara de paisagem....)
Pois é minha gente, não ousem não responder uma pergunta de Sophia :-) Nunca se sabe as consequências, hehehehe!
Helena adorou passear ao ar livre. Ficava olhando todas as árvores e dava vários gritinhos de pura alegria, uma fofa! E ela está muito espertinha: aprendeu a gargalhar, pega tudo ao alcance das suas mãozinhas e leva à boca, tenta virar, um amorzinho!
Foi tão bom ter viajado, ainda mais com a companhia da vovó, que já estamos com gostinho de quero mais!
Minhas duas princesinhas adoraram a viagem. A Sophia brincou muito na água (muito gelada), com areia, com outras crianças e com rejunte. Sim, rejunte.
Uma das grandes diversões foi brincar de tirar o rejunte do piso do terraço do restaurante. Ela ficou longos momentos ocupada com isso e ainda "ensinou" outras crianças a fazer o mesmo.
Engraçado foi que como a Sophia já tinha a companhia de dois amiguinhos ela não quis dar muita bola pra outras crianças que cruzaram em seu caminho. A única exceção foi com um menino bem maior que ela.
Ele estava nadando no lago, às margens do qual ficávamos todas as manhãs. Ele devia ter uns 8 anos e a Sophia já chegou conversando com ele:
- Oi menino.
(nenhuma resposta).
- Você está sozinho aqui?
(nenhuma resposta)
- Você está sozinho aqui?
(nenhuma resposta)
- Cadê sua mãe?
(nada ainda)
- Menino, você está sozinho?
(nada de resposta, Sophia cada vez mais irritada)
- Menino, responde!
(ele realmente não estava a fim de papo)
- Menino, responde senão eu jogo areia em você!
(nada)
- Meninooooooooooooooo!
- Vupt! (onomatopéia para areia voando.....)
(o menino sai da água)
- Que menino bobo, né mamãe?
(faço cara de paisagem....)
Pois é minha gente, não ousem não responder uma pergunta de Sophia :-) Nunca se sabe as consequências, hehehehe!
Helena adorou passear ao ar livre. Ficava olhando todas as árvores e dava vários gritinhos de pura alegria, uma fofa! E ela está muito espertinha: aprendeu a gargalhar, pega tudo ao alcance das suas mãozinhas e leva à boca, tenta virar, um amorzinho!
Foi tão bom ter viajado, ainda mais com a companhia da vovó, que já estamos com gostinho de quero mais!
terça-feira, 31 de maio de 2011
Chegou!!!
Estou meio sumida, mas é por uma justíssima causa: minha mamãe está aqui!!!! Ela chegou na segunda-feira passada e desde então a Sophia ganhou uma companheira de traquinagens :-) E a Helena um colinho sempre disponível (desde que a Sophia não esteja em casa, claro, pois a vovó é só DELA!)..
Aqui umas fotinhos e logo, logo eu volto!
Aqui umas fotinhos e logo, logo eu volto!
terça-feira, 24 de maio de 2011
Turma do fundo
Quase esqueci de contar mais um episódio interessante, ocorrido na semana passada, que me mostra que minha filha está com cara de que vai pertencer à turma do fundão da sala...
Mais uma vez chego na escolinha e vem a professora junto com a Sophia, pois precisavam me contar algo. Eu imediatamente olho para os pés da minha filha, para ver se ela teve uma recaída e se voltou a usar a meia no lugar do balde (quem não se lembra pode ler aqui). Mas não, as duas meinhas estavam em seus respectivos pés, sem problemas. Ela também estava calçada, então achei que estava tudo certo. Aí vem a professora me contar que aconteceu um episódio "fecal" na escola.Ih, pensei eu, literalmente uma merda.
E ela começa a pedir para a Sophia não se esconder mais na hora do lanchinho, pois ela tinha ficado muito preocupada, que ela precisa se alimentar, contar sempre para onde vai e blá, blá, blá.
Confesso que eu só conseguia pensar: onde é que entram as fezes nesta história?? Lá longe, bem longe, ouvia a voz da professora dizendo que se esconder não é legal, que a mamãe também ensina que não é para ela se esconder (eu concordo rapidamente, para não parecer que eu não estava prestando atenção à conversa) e que a mamãe também iria conversar com ela sobre o cocô (ai não, lá vem...)... da Jasmin.
Jasmin?
Jasmin!
Ufa, não foi ela, não foi ela!! Agora, aliviada, consigo prestar atenção no resto da história. A Sophia e sua amiguinha tinham se escondido na hora do lanche e escondidas ficaram por um bom tempo. Nisso a Jasmin, com vontade de ir ao banheiro, mas sem querer sair do esconderijo, acabou fazendo o que tinha que fazer lá na salinha dos brinquedos mesmo. E o que a professora queria de mim era: conversar com ela, para que a Sophia aprendaa ser dedo-duro a contar para os professores quando vê alguém fazendo algo errado.
Claro que na hora já assumi meu papel de mãe e comecei a explicar que a Sophia tinha que a) ter dito a Jasmin para ir ao banheiro e b) ter ido contar para a professora o que a Jasmin estava fazendo/prestes a fazer.
Ai, ai, cada dia uma surpresa... O que será que me aguarda amanhã??
Mais uma vez chego na escolinha e vem a professora junto com a Sophia, pois precisavam me contar algo. Eu imediatamente olho para os pés da minha filha, para ver se ela teve uma recaída e se voltou a usar a meia no lugar do balde (quem não se lembra pode ler aqui). Mas não, as duas meinhas estavam em seus respectivos pés, sem problemas. Ela também estava calçada, então achei que estava tudo certo. Aí vem a professora me contar que aconteceu um episódio "fecal" na escola.
E ela começa a pedir para a Sophia não se esconder mais na hora do lanchinho, pois ela tinha ficado muito preocupada, que ela precisa se alimentar, contar sempre para onde vai e blá, blá, blá.
Confesso que eu só conseguia pensar: onde é que entram as fezes nesta história?? Lá longe, bem longe, ouvia a voz da professora dizendo que se esconder não é legal, que a mamãe também ensina que não é para ela se esconder (eu concordo rapidamente, para não parecer que eu não estava prestando atenção à conversa) e que a mamãe também iria conversar com ela sobre o cocô (ai não, lá vem...)... da Jasmin.
Jasmin?
Jasmin!
Ufa, não foi ela, não foi ela!! Agora, aliviada, consigo prestar atenção no resto da história. A Sophia e sua amiguinha tinham se escondido na hora do lanche e escondidas ficaram por um bom tempo. Nisso a Jasmin, com vontade de ir ao banheiro, mas sem querer sair do esconderijo, acabou fazendo o que tinha que fazer lá na salinha dos brinquedos mesmo. E o que a professora queria de mim era: conversar com ela, para que a Sophia aprenda
Claro que na hora já assumi meu papel de mãe e comecei a explicar que a Sophia tinha que a) ter dito a Jasmin para ir ao banheiro e b) ter ido contar para a professora o que a Jasmin estava fazendo/prestes a fazer.
Ai, ai, cada dia uma surpresa... O que será que me aguarda amanhã??
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Diálogos matinais
Há uma semana contei para a Sophia que a vovó estava prestes a nos visitar. Como, nesta idade, noções de tempo ainda são um pouco complicadas, preferi esperar até estarmos mais próxias do grande dia (que é hoje!!!). Assim, ela ainda tem o gostinho bom da espera (e pode ficar marcando os "xis" no calendário), mas não é algo que nunca chega.
E assim foi. Desde então, todo dia de manhã a Sophia pergunta: mamãe é hoje que minha vovó chega? E eu sempre ia fazendo a contagem regressiva para ela. Mas a coisa começou tomour ares de pastelão italiano no final de semana:
(Sábado)
- Mamãe, é hoje que minha vovó chega?
- Não, filha, ela chega depois de amanhã. Você ainda precisa dormir mais duas noites.
(Domingo)
- Mamãe, é hoje que minha vovó chega?
- Não filha é só amanhã. Ainda falta mais uma noite.
- Mas hoje não é amanhã?
- Não, Sophia. Hoje é hoje, amanhã é amanhã.
- Mas você falou ontem que a vovó chegava depois de amanhã!
- Então, amanhã ela chega.
- Mas hoje é amanhã e amanhã é depois de amanhã.
- ............................... suspiro.......................
(Hoje)
- Bom dia, Sophia!
- Minha vovó chega hoje!
- Sim, filha, ela chega hoje!
- Cadê ela, mamãe?
- Ela ainda está no avião. Você tem que primeiro tomar café, ir pra escolinha e depois nós vamos ao aeroporto buscar a vovó.
- Mas mamãe, eu quero ir agora.
- Mas ela ainda não está lá, Sophia.
- Mas você disse que ela vinha hoje!
- Ela vem, meu amor.
- Então vamos lá buscar a vovó, mamãe!
- Ela está quase chegando, filha, só mais um pouco de paciência.
- Mas hoje é depois de amanhã, né?
- (resolvi não explicar mais): sim, é hoje que ela chega.
Depois de muitas frases parecidas, ela se convence e vai pra escolinha. Mas não sem antes me soltar um:
- E quando é que o vovô chega?
Já estou prevendo a novela até julho, quando o vovô chega :-)
E assim foi. Desde então, todo dia de manhã a Sophia pergunta: mamãe é hoje que minha vovó chega? E eu sempre ia fazendo a contagem regressiva para ela. Mas a coisa começou tomour ares de pastelão italiano no final de semana:
(Sábado)
- Mamãe, é hoje que minha vovó chega?
- Não, filha, ela chega depois de amanhã. Você ainda precisa dormir mais duas noites.
(Domingo)
- Mamãe, é hoje que minha vovó chega?
- Não filha é só amanhã. Ainda falta mais uma noite.
- Mas hoje não é amanhã?
- Não, Sophia. Hoje é hoje, amanhã é amanhã.
- Mas você falou ontem que a vovó chegava depois de amanhã!
- Então, amanhã ela chega.
- Mas hoje é amanhã e amanhã é depois de amanhã.
- ............................... suspiro.......................
(Hoje)
- Bom dia, Sophia!
- Minha vovó chega hoje!
- Sim, filha, ela chega hoje!
- Cadê ela, mamãe?
- Ela ainda está no avião. Você tem que primeiro tomar café, ir pra escolinha e depois nós vamos ao aeroporto buscar a vovó.
- Mas mamãe, eu quero ir agora.
- Mas ela ainda não está lá, Sophia.
- Mas você disse que ela vinha hoje!
- Ela vem, meu amor.
- Então vamos lá buscar a vovó, mamãe!
- Ela está quase chegando, filha, só mais um pouco de paciência.
- Mas hoje é depois de amanhã, né?
- (resolvi não explicar mais): sim, é hoje que ela chega.
Depois de muitas frases parecidas, ela se convence e vai pra escolinha. Mas não sem antes me soltar um:
- E quando é que o vovô chega?
Já estou prevendo a novela até julho, quando o vovô chega :-)
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