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quarta-feira, 22 de maio de 2013

30 Day Song Challenge - Dia 2

Nem imaginava que a minha volta ao mundo da escrita seria tão boa! De cara já contei com o apoio e o carinho das minhas amigas reais e virtuais e também da minha família :-) Tem coisa melhor?

Aproveitei também para passar rapidamente por alguns dos meus blogs favoritos e já comecei ontem mesmo a pensar na música que escolheria para hoje.

Dia 2 - a música que menos gosto

Esta música não foi complicada de determinar :-) Já sabia logo que seria ela. É uma música que me acompanhou por vários meses da minha infância, tantos que enjoei. E enjoei pois minha irmã cantava a mesma música inúmeras vezes por dia. Mas não é coisa de dezenas de vezes não. É coisa de centenas de vezes. Ou milhares. Quiçá até milhões. Até hoje, se fecho os olhos, consigo ver minha irmã cantando esta musiquinha, muitas vezes com a ajuda da minha mãe :-)

Agora, depois de mais de 20 anos, ainda me irrito com esta música, rsrsrs :-) Mas ela vai dedicada à minha irmã e mãe, pois ela simboliza, ainda assim, uma parte da minha maravilhosa infância.

Porém, apesar de ter sido fácil decidir qual seria a música que menos gosto, não foi tão simples assim encontrar um vídeo no youtube! Eu me lembrava até bem do texto, parte dele pelo menos, mas não do nome do programa, para o qual esta era a música introdutória.

Mas daí comecei a me lembrar com mais detalhes: Be a, Be e, Ba Be, Bi Ba Be Bi, Be o Ba, Be, Bi, Bó, Be e u Bu, Ba, Be, Bi, Bo, Bu :-) E do nada me veio o título à mente! Proavelmente pouquíssimos de vocês conhecerão esta música. Isso para não dizer ninguém. Mas creio que minha irmã, minha mãe e meu irmão ainda se lembrarão. Ou não?

Com vocês Bia, a feiticeira :-)


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Brincando no Brasil

Esses dias frios daqui do norte da Alemanha andam me deixando com saudades ainda mais intensas dos dias gostosos que passamos em Maringá. Ontem nevou de novo, hoje há previsão de neve novamente e assim segue este que é na verdade o último (se tudo correr bem!) mês de inverno. Primavera só começa em março no calendário :-(

Então queria mostrar um pouco dos dias de verão e mostrar, principalmente, como minha filha Sophia tem futuro na carreira de maquiadora rsrsrsrsrs.

Colorindo, colorindo, colorindo... Atividade diária
Sophia em ação

Obra de arte
No Salto Bandeirantes


Helena aprendeu a piscar

Parque do Ingá

Helena mostrando que é forte. Ela realmente conseguiu ficar pendurada por alguns segundos!


Duplinha terrível :-)

Helena aproveitando a piscininha

Pintando as unhas do vovô

As duas escorregando juntas pela primeira vez!

Cor de Maringá :-)

Helena comendo biscoito, pedras e outras coisitas mais...

Sophia e Felipe

No Carnaval

Ela brincou MUITO neste brinquedo.

Helena e seus primeiros passinhos

Helena entrando pelo cano, rsrsrsrs

Sophia e Alice



Brincando com as bacias e as barbies (outra atividade cotidiana)


Helena, Alice, Glória e Alessandra
Na casa da madrinha

Que é de pequenino que se torce o pepino.

Sophia após um dos inúmeros banhos que tomou. Eram no mínimo 2 por dia.

Lavando o tapete com a vovó
 Saudade, saudade, saudade.



quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Ainda pode postar sobre o ano novo?

Pois é, como sempre eu sou um atraso para postar fotos. Sempre fico enrolando, com as fotos na máquina e o post meio pronto, mas fico com uma preguiça de colocar as fotos no computador e escolher quais colocar. Sou uma fotógrafa não compulsiva, mas prolífera, então são muuuuuitas fotos. E como escolher qual das 7 fotos quase idênticas da sua filha colocar, para ilustrar determinada situação? Eu sempre tiro umas sete fotos da mesma pose, para garantir que pelo menos uma vá ficar legal. Então assim evito olhos fechados ou arregalados, mas fico com uma quantidade enorme de fotos muito parecidas. Estou melhorando neste quesito e tenho tirado menos fotos repetidas, mas ainda não atingi, nem de longe, a perfeição. Quem sabe este não fica sendo um propósito para o meu próximo ano? Juntamente com o de colocar as fotos no computador mais rapidinho?

(Em tempo: o meu propósito da hidratação, maquiagem e moderação está indo de vento em popa!!! Já perdi 4 quilos e minha pele está muito bonita!)

Bom, agora está explicado porque só agora vou postar minhas fotos de natal e ano novo, né? Mas são fotos tão lindas que não poderia deixar de incluí-las aqui. As explicações vão ser bem resumidas, só em forma de legendas mesmo.

O Natal passamos como sempre na casa da minha sogra. Mas desta vez foi um Natal complicado, gastricamete falando. Tivemos todos gastroenterite, ou para usar a palavra da moda, uma virose. Começou com meu sogro, passou para a Helena, depois para mim, aí veio a vez da Sophia e por último o Felix. Aff.

Olhando agora esta foto nem dá pra acreditar que passei este dia inteirinho na cama ou no banheiro...
Sorridente e feliz :-)


Mas tudo bem, apesar de tudo resolvemos prosseguir viagem e ir para os Alpes, como planejado. A cidadezinha onde ficamos se chama Ramsau e fica muito próxima da fronteira com a Áustria.

Primeiro contato da Helena com a neve!

Ela gostou muito! E comeu bastante neve, claro.

Esta era a vista da janela do nosso quarto de hotel.
Sophia se divertindo com o papai, descendo uma ladeira do "quintal" do hotel.
O hotel, ou melhor pensão, ao fundo.
Tem coisa mais bonita que um monte de neve em dia de sol?
Subindo o morro
Sophia se sentindo chique com seus óculos de sol :-)
Prontas para a nossa primeira aula de esqui!
Sophia não teve medo, ao contrário da mamãe...
Nem quando caiu!
Helena aproveitando para roubar uma batata, enquanto mamãe estava tomando banho
Sophia e eu descendo de trenó uma montanha. A pista tinha 2,5 km!

E já que decidi que ainda pode sim postar sobre o ano novo, amanhã tem mais algumas fotos :-)

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Minha mãe foi atropelada.

Agora imaginem o choque de uma filha ao ouvir esta frase?
Pois é. Gelei, gelei, gelei e só o que eu pude pensar, depois de me assegurar que ela estava bem, foi: eu odeio o trânsito no Brasil.

Minha mãe é jovem (vejam a foto dela aqui), super descolada e antenada e mesmo assim ela foi atropelada. Por muita sorte não aconteceu nada de mais grave. Ela gritou quando viu que o carro não ia frear e assim o motorista parou. Caso contrário ela teria possivelmente voado pra longe. Assim, ficou "só" com o corpo dolorido e algumas manchas roxas.
O motorista, em vez de acudir minha mãe, começou a gritar com ela. Dizendo que o sinal estava verde pra ele e pronto (sinal verde pra pedestre ou não existe ou não conta, né?). Outros pedestres que estavam por perto cercaram o carro, o motorista se sentiu intimidado e, vendo minha mãe chorar e sentindo o seu nervosismo, enfim se solidarizou e ofereceu para levá-la ao hospital. Minha mãe só queria ir para casa, se recompor e acalmar e recusou, disse que estava tudo bem. Nem pensou na hipótese de chamar a polícia e ficou feliz e sensibilizada com as inúmeras pessoas, desconhecidas, que estavam na rua e que se ofereceram para ajudar.
 
Mas a minha indignação não passou como o passou o susto da minha mãe. Eu fico ainda me remoendo e pensando: e se ela não tivesse gritado? E se tivesse sido o meu pai (que é, provavelmente, a pessoa mais distraída da face da terra e que não teria gritado)? E se tivesse sido minha cunhada com minha sobrinha pequena, que também moram perto desta mesma avenida onde o atropelamento aconteceu?

E se tivesse sido minha filha ou a sua?

Claro que acidentes acontecem. Acontecem aqui, no Brasil e na China também. Mas no Brasil eles acontecem em um número muito maior. E acontecem apesar das leis que deveriam em primeiro lugar proteger o elo mais frágil da corrente do trânsito: o pedestre.

E até quando vai ser assim, hein? Até quando nossas leis vão precisar "pegar" como se fosse motor velho que têm que pegar no tranco? Até quando os motoristas do Brasil vão achar que estão acima da lei?
Até quando os motoristas vão achar que podem tudo, só porque estão dentro de um veículo? Até quando eles vão se esquecer que quando descem do carro também são pedestres? Até quando teremos que atravessar ruas correndo, feito desvairados, temendo literalmente pelas nossas vidas?

Acho muito engraçado quando recebo visitas aqui na Alemanha. Frequentemente elas ficam testando se os carros vão realmente parar na faixa de pedestres e se deleitam quando veem que sim, que isso "funciona" aqui. Incrível não? Até a Mercesdes freou! Olha o Audi também está freando! Existe uma regra aqui que diz que o carro deve parar quando um pedestre quer atravessar na faixa de pedestres. E, oh!, os alemães param! E os pedestres atravessam em segurança, simples assim.

Agora porque isso não funciona no Brasil? O motorista brasileiro por acaso tem mais pressa que o alemão? Ele tem mais compromissos? Porque no exterior o brasileiro se encanta com a "civilização" e quando volta ao seu país acha que está no velho oeste? Porque ninguém exige que se cumpra algo que serve à segurança de todos?

Até quando vamos nos deparar com imagens como estas:


Ou com títulos de reportagens como este:

Atropelamento de casal prejudica trânsito na avenida Brasil

(Caramba, atrapalhando o trânsito! Como este casal ousa ser atropelado bem na Avenida Brasil? Eles não sabem que assim atrapalhariam o trânsito do Rio de Janeiro? E o menino ainda foi morrer, para piorar a situação e atrapalhar ainda mais.)

Até quando vamos ter notícias do gênero: Brasil é o quinto colocado no mundo em número de vítimas de acidentes de trânsito? E números como estes: 37 mil mortes no trânsito por ano no país.

Eu sou mãe e filha e não quero que ninguém da minha família entre para estas estatísticas horrorosas. Nem meus amigos, nem conhecidos, nem inimigos.

Quero um trânsito mais seguro e respeito às leis. Quero que minhas filhas nunca tenham que perguntar pra que servem estas linhas brancas no chão e tenham que responder (como uma amiga minha no Brasil teve que dizer para seus filhos): elas servem para enfeitar a rua.


Chega de acidentes!


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Multiplicado por dois visitando Morando no freezer

Como é bom chegar na casa da irmã, né? Aquele abraço apertado, aquele sorriso de felicidade genuíno e aquela torta mineira (minha torta preferida!!!) me esperando na geladeira :-)
Mas não foi só culinariamente falando que a visita foi boa (e aqui vai, para todos lerem: a Lica cozinha muito bem sim! Recomendo :-) Podem passar lá e fazer a festa e elogiem depois, hein?). Nós passeamos muito, fizemos compras, assistimos filme (por sorte o Alessandro, meu cunhado, não escolheu, se dependesse dele assistiríamos Machete todo dia), conversamos sobre tudo e mais um pouco, pusemos a fofoca em dia, relembramos os bons e velhos tempos e aproveitamos a companhia uma da outra. Minha irmã é uma ótima e paciente guia de viagem, que nos acompanhou sempre. Lica, muito obrigada mesmo por tudo! Nós adoramos cada segundo.

Que pena que não podemos fazer isso com mais frequência... Mas antes que este post fique melancólico, vou mostrar as fotos de alguns dos passeios que fizemos enquanto estivemos por lá. Quem quiser saber mais, vá para o blog da Lica, que ela já postou com vários detalhes a nossa ida ao Jardim Botânico e à CN Tower! Além de muitos outros contando como é a vida no Canadá.

Primeira vez no balanço!
Sophia no parquinho do Nathan
Nathan comendo sua primeira cookie! Pela carinha ele gostou, hehehehe!
Prainha da cidade
Piquenique no jardim botânico
Tia madrinha e sobrinha afilhada
Jardim Botânico
Sushi, sushi!
Cadê o próximo Tim Hortons?
Sophia tão cansada depois do dia que passamos em Toronto que chegou a adormecer...

Como eu já disse aqui, o trânsito para ir e voltar de Toronto é horrível. Sabe que chegava a ficar divididinha como uma laranja, metade prum lado, metade pro outro, entre ir ou não ir a Toronto? Por um lado estava a vontade de ver de novo esta cidade que achamos realmente linda, mas do outro a angústia de saber que provavelmente ficariamos no mínimo uma meia hora parados.

Quando fomos ao zoológico não foi diferente... Acabamos chegando tão tarde que nem deu para vermos muito do parque. Além do tamanho do mesmo, que já dificulta mesmo ver tudo em um dia só, tem um fator importante no Canadá: depois do Labor Day tudo fecha muito cedo! Até o zoológico num dia de tempo maravilhoso. Achei estranho, afinal era um domingo, o céu azul, a temperatura agradável e ainda assim já fechava às 16:30. Até fui no zoológico aqui em Hamburgo esta semana para confirmar, aqui ele é fechado às 18:00.
Existe no mundo uma maquininha de fazer bolinha de sabão mais legal do que esta??
Nathan tentando pegar as bolhas :-)
O trânsito
Outro lugar bacana (e longe de Toronto, oba, oba, oba!) é uma fazendinha adaptada. Além de vários animais ao alcance dos dedinhos das crianças, também tem piscina ao ar livre, local para fazer piquenique, parquinhos e um estábulo.
Priminhos no trator
E o grande highlight para nós, no nosso último dia, foi a ida até as Cataratas do Niagara. Muito lindo mesmo! Acho que para brasileiros é inevitável comparar o Niagara à Foz. E o meu veredito é: as duas cataratas são únicas, pois são muito diferentes. 
Foz fica no meio de um parque, tem todo um suspense até você chegar a elas. Vai andando, vai andando e de repente, tcha-ran, lá estão elas. Já as cataratas do Niagara estão no meio da cidade! Você vai andando pela rua e vai olhando as cataratas como quem olha vitrine. Acho que na sua totalidade as cataratas do Iguaçú impressionam mais, já que as cataratas do Niagara são "divididas" em dois bloquinhos. Mas a cor da água.... ai a água! A cor da água de Foz é meio marrom, meio barrenta, mas a de Niagara é azulzinha, muito linda!
Então, vejam vocês e me digam o que preferem, certo?
Ops, foto errada, mas o sorriso da Helena estava tão irresistível que não tive coragem de tirar a foto daqui :-)
Agora sim!
Prontas para o banho! Que é inevitável quando se faz o passeio com o barquinho do fundo da foto...
Helena e a água azul
E encerramos o dia (e a visita) com chave de ouro num rodízio brasileiro :-)


E este foi o fim da nossa aventura. Depois de passarmos um dia na estrada, um dia em um outlet e um em Nova Iorque voltamos para Hamburgo. A viagem correu bem melhor do que tinhamos esperado e nossas meninas se comportaram muito bem. 
Ou seja, prepare-se Tia Lica, logo voltamos!